Acredito na máxima que diz: NADA ACONTECE POR ACASO. Este poema que publico hoje tem suas raízes em um texto de RUBEM ALVES que nos fala sobre as várias maneiras de contemplarmos o mundo. Este texto me foi enviado pela amiga ADELMA MEDRADO CORREIA e ficou girando em minha cabeça até ir para o papel em forma de poesia. Então surgiu este poema O OLHAR. Por esta razão o dedico à amiga ADELMA e seu esposo WALTER. Afinal, sem ler o texto por ela enviado não surgiria esta poesia. Voltando ao início deste pequeno intróito, constatamos que, NADA ACONTECE POR ACASO. 
Adelma e Walter
O OLHAR Ao casal Adelma Medrado Correia e Walter Domingues Há olhos de olhar Olhos de ver Olhos de sentir Olhos de ficar Olhos de mentir Olhos de partir. Há olhos que vêem longe, Bem, bem distante. Olhos que só vêem o fácil, O superficial. Olhos que vêem o profundo Que enxerga o mundo Em suas nuances de beleza. Há olhos que só vêem a tristeza, Não enxergam a natureza. Não enxergam o que está dentro. Só vêem a aparência O que está fora E não sentem que agora Um poeta chora Por ver o desencanto do mundo. Mas que se reabilita Por não ter a esperança perdida, Por amar o sagrado, Amar o simples, Amar o belo Que está na vida! Ângelo Paraíso Martins
Escrito por Angelo Paraiso Martins às 00h10
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