
Francisco Martins Dias (Chico)e sua esposa Maria Aparecida ( Cida )
Definir amizade seria pretensão de quem o faz, pois, amizade, para mim, é tão sublime que se sublima em sua própria definição. Aqui neste poema, a amizade, toma o nome de vulto. E dou graças a Deus por ter vultos como este me acompanhando em meu cotidiano.
TRANSCENDÊNCIA Ao querido primo e irmão Francisco Martins Dias(Chico) Há um vulto amigo que me acompanha Em nossas andanças num tempo antigo, Um vulto amigo, sempre comigo, A me trazer felizes lembranças. Há um vulto tão amigo que não esqueço Que há muito não manda notícias, Mas esta amizade mais me instiga, A aumentar por ele meu grande apreço. Há um vulto amigo em minhas entranhas Que me remete ao tempo de infância, Que foi tão rápido como um tropeço. Há um vulto amigo que nunca esqueço; Um vulto amigo que me tira a ânsia E me encoraja a tirar meus medos... Ângelo Paraíso Martins
Escrito por Angelo Paraiso Martins às 22h25
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